sábado, 19 de dezembro de 2009

Férias... Doces férias...

Independentemente do tamanho e do local, as férias são sempre muito bem vindas e eu que o diga, que já estava a rebentar! Desde Maio, quando fomos para a Malásia (7 meses!!) que não tinha férias, por isso uma semana veio mesmo a calhar!

Fomos até Sagres e apanhámos um tempo fantástico: Sol, temperaturas de 17ºC - 20ºC e água do mar a 17ºC. Isto tendo em conta que no Porto estava uma tormenta desgraçada. Deu inclusive para dar uma banhoca no mar (de fato de surf, claro!) e relaxar um pouco nas verdes e cristalinas águas Algarvias da Costa Vicentina.

A comida, claro está, foi completamente contra a minha dieta. Mas, como caminhava todos os dias pelo menos 1h. deu para contra balançar!!

Depois, fizemos uma paragem em Évora, quando estávamos a vir para cima, que é um local sempre muito agradável. Visitámos também Monsaraz e fomos à Herdade do Esporão. Nunca lá tínhamos ido e ficámos muito bem impressionados.

Agora, férias, férias, só para o ano e espero que sejam de arromba, já que os planos apontam para Maldivas... mas temos primeiro que reunir a tribo e arranjar pelo menos 12-14 pessoas para povoar o barco!

Quem se quiser juntar, já sabe, é só dizer!

sábado, 21 de novembro de 2009

Semana Europeia da Prevenção de Resíduos 2009

Para todos aqueles que não sabem, a Semana Europeia da Prevenção de Resíduos 2009, que tem este ano lugar de 21 a 29 de Novembro, é uma iniciativa que conta com a participação de vários países Europeu como é o caso de Portugal, Espanha, França, Inglaterra, Bélgica entre outros.
O objectivo desta Semana é levar o maior número de participantes (Empresas, Administração Pública, ONG's, Associações, Escolas e todos o que queiram participar) a desenvolver acções de Prevenção como forma de mostrar que a Prevenção na Produção de Resíduos é possível e não requer um esforço gigantesco. Basta adoptar pequenos gestos no nosso dia-a-dia para que isto seja uma realidade com resultados espectaculares.
Para saber mais informações e quais as acções que vão ser desenvolvidas durante esta Semana visitem o site www.eunaofacolixo.com e ficarão agradavelmente surpreendidos com a simplicidade e diversidade de acções que podem e serão postas em prática.
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sábado, 31 de outubro de 2009

Os Aliens do Surf













Foi de arrasar o fds em Peniche. Peço desculpa pelo erro, mas na realidade não fui no último fds mas sim no do meio, mesmo a tempo de assistir ao desenrolar do campeonato.

Embora já tenha estado há alguns anos num campeonato mundial de surf (Figueira da Foz), já não tinha ideia de como era. Adorei! Toda a logística do campeonato é impressionante!

Camiões, contentores e tendas fazem parte da mega-organização que um campeonato desta natureza requer.

O tempo estava super: calor, sol, praia agradável, boas ondas, enfim, todos os ingredientes para estar na praia a assistir a um campeonato de surf! A praia estava repleta. De tal forma que era difícil encontrar um lugarzinho para sentar!

Mas, para mim, o ponto alto e mais desejado, foi ver o hit do Slater! Tive imensa sorte, pois na semana anterior não tinha havido condições para fazer as provas e proporcionou-se mesmo no fds em que fomos para Peniche. Digam o que disserem, o Slater, para além de arrastar multidões, é o surfista com maior carisma no meio do surf! E, embora não esteja com grandes perspectivas de renovar o título (quem venceu a prova de Peniche foi o Fanning, o que lhe dá alguma desvantagem), é sempre o favorito. E ter oportunidade de o ver surfar é um acontecimento único, que nunca esperei que acontece-se.

Claro que tenho pena que o Saca não tenha conseguido um lugar melhor. Afinal, é Português e eu torço sempre pelo que é nacional, sem qualquer sombra de dúvida. Mas, já que não ganham os Portugueses, que ganhe então o Slater, que é o meu favorito!

Inacreditável é estar um Português a correr o mundial em representação da Alemanha (pois os pais são alemães), porque ninguém em Portugal o quis patrocinar! (SEM COMENTÁRIOS).

Se fosse para futebol ou corridas de automóvel, não faltariam patrocinadores. Como é para uma modalidade que só está na "berra" no Verão, ninguém quer saber!!
De resto, em Peniche come-se muito bem, tem um clima muito agradável e (isso não sabia eu) é conhecida como a "Capital da Onda". Mais um local para uma escapadinha de fds ou umas férias "Vá para fora cá dentro!".

domingo, 11 de outubro de 2009

Seu Jorge...Carnavalesco...

Ontem fui ao Coliseu do Porto ver o Concerto de "Seu Jorge". Entre outros trabalhos, apresentou o seu mais recente "América Brasil", com o qual arrecadou o Grammy Latino na categoria de MPB. Correspondeu totalmente às minhas expectativas. Não fosse um pormenor no final... e tinha sido perfeito.

Quando o grupo já tinha abandonado o palco, o publico começou a gritar "só mais uma..." e eis que passados 2 min. o grupo entra todo novamente para euforia total dos presentes. Mas, em vez de terminar, tal como eu deduzia, com uma das suas músicas mais badaladas deste último disco ("Burguesinha" ou "Mina do Condomínio") eis que começam a cantar músicas de... Carnaval!!!!

Eu nem queria acreditar! Sim, sim, aquelas como "Mamãe eu quero" e por aí fora. Só faltou mesmo "Meu amigo Charlie Brown" para completar o reportório das músicas que desde a nossa infância povoam os nossos Carnavais..!!!

Enfim, senti-me um pouco decepcionada, pois não estava à espera. Mas o público pareceu delirar na mesma e por isso, penso que só mesmo eu reparei neste pormenor...

domingo, 4 de outubro de 2009

Já falta pouco para o verdadeiro espectáculo!!

Já só faltam 26 dias para ir assistir ao Rip Curl Pro Search 2009.

De 19 a 30 de Outubro Peniche recebe a 4ª edição desta prova que faz parte do Circuito Mundial de Surf.

O Rip Curl Pro Search é uma das mais importantes competições de surf profissional, é a 9.ª prova do ASP World Tour, e vai contar com os 45 melhores surfistas do mundo. A Pro Search é a única prova móvel do circuito mundial do ASP World Tour, que se realiza sempre num destino diferente.

Esta teve a sua primeira edição na Ilha de Reunião em 2005 e depois passou pelo México (2006), Chile (2007) e Indonésia (2008), chegando este ano às praias de “Supertubos” e “Lagido/ Baleal”, em Peniche.

A prova decorre entre 19 e 30 de Outubro, nos quatro melhores dias de ondulação. A escolha do local desta prova é algo que se mantém em segredo até perto da realização da mesma para assim surpreender os participantes e levá-los a experimentar novas ondas!

Uma vez que esta prova se vai realizar, muito perto do fim do circuito mundial ASP Men's World Tour, é possível que o Campeão do Mundo de 2009 se decida no final deste Rip Curl Pro Search, a penúltima prova do campeonato.

O que me está a angustiar no meio disto tudo é o facto de, dado que vamos a Peniche no último fds da prova, a mesma já ter acabado quando lá chegarmos!! Adorava poder assistir aos craques a surfar: Kelly Slater (9x campeão do mundo), Tiago Pires (Saca), Mick Fanning, Taj Burrow e muitos outros que dão um espectáculo digno de ser visto!
Embora não seja surfista, é inegável a influência que o surf tem na minha vida, pois o meu marido é surfista (e dos bons!! Não é nenhum morango de Verão!!) e já não me imagino a viver de outra forma!!

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

O meu primeiro selo

Hoje recebi o meu primeiro selo. Foi a Gema que me ofereceu. Obrigada Gema! Parece-me que já percebi a dinâmica. A ideia é reforçar os laços entre blogers.

As regras de quem o recebe são simples:
1 - Exibir a imagem do selo no seu blog
2 - Linkar o blog que te indicou (feito).
3 - Indicar 10 Blogs que valem a pena ser seguidos. - A numeração não corresponde ao grau de importância do blog.
4 - Avisar aos escolhidos
Blogs que eu escolho:
(Fico-me por estes 7)
Aproveito a oportunidade para esclarecer que, quem não estiver para ai virado para colocar o selo no blog e seguir todas estas regras, está à vontade: Eu não levo a mal! Cada um deverá fazer como lhe apetecer.
Ofereço também aos blogs acima este selo:

terça-feira, 15 de setembro de 2009

1808

É o título do livro que estou actualmente a ler. Comprei-o no passado mês de Agosto, por impulso, na FNAC (confesso que mais atraente para mim do que o título, foi o preço: 6,75€!). O autor é Laurentino Gomes, Brasileiro de nascença.
Não se pode dizer que seja assim um livro espectacular, mesmo porque é uma narrativa e não um romance ou uma história com personagens, mas é de muito fácil leitura e ligeiro.
O livro aborda a fase da história de Portugal em que o Rei D. João e a Rainha Carlota Joaquina fugiram para o Brasil, escapando assim à invasão Napoleónica e levando consigo entre 10.000 e 15.000 pessoas (segundo relatos da época), ou seja, toda a corte e mais uns quantos, numa das maiores fugas que Portugal pôde testemunhar.

O que mais gosto do livro são as descrições sobre a forma como se vivia na época: Carlota Joaquina casou com D. João por procuração quando tinha apenas 10 anos (imagine-se!) vindo a conhecê-lo um mês depois e consumando-se o casamento apenas 6 anos depois!! (pelo menos neste aspecto eram sensatos!!).

D. João, por aversão à mudança, usava sempre as mesmas roupas e como não gostava de tomar banho (há notícia de apenas 1 banho em 13 anos que D. João esteve no Brasil! CREDO!!) cheirava como poderão imaginar.

Muitas outras curiosidades estão ao dispor neste livro, que, embora não seja assim nada de espectacular, não deixa de ser curioso e divertido. Recomendo a sua leitura!!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Uma nova (e de sempre) aventura!!

Desde que me lembro de ser gente que ando em dieta! Pois... quando não tinha carta de condução e ia a pé para a escola umas 4/5 vezes por dia, comia de tudo e não aumentava 1gr de peso. A roupa servia-me de um ano para o outro na perfeição.
Agora, que para tudo e para nada se pega no carro, a coisa complica-se!! A idade também não ajuda pois quando se é mais novo basta fechar a boquinha e o peso vem por aí abaixo, mas agora, nem de boquinha fechada.

Por isso, empreendi em mais uma dieta. A última que fiz fez-me perder 15 kg, mas também fiquei muito magra. Claro está que, como não era o meu peso normal, não o consegui manter, sim, porque nisto das dietas, o que custa não é emagrecer, mas sim manter o peso!!

Agora espero, para além de emagrecer, conseguir manter. Basta-me ter juízo depois de perder o peso, o que não é fácil. Para já, já fechei a boquinha e vou caminhar 1/2 hora por dia antes de ir trabalhar desde Março (não consigo arranjar tempo para o ginásio...) e só como o estritamente necessário de 3/3 horas. Vamos ver como isto corre e vou dando feed-back dos avanços com o novo ticker!
Desejem-me sorte!!!!!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Que FDS Maravilhoso...

Nunca pensei que as termas pudessem ser tão boas! Quando era pequena costumava ir com a D. Estefânia, a senhora que tomou conta de mim em criança, durante um mês para as termas de S. Pedro do Sul. Lembro-me que ela ficava submersa numa banheira com água sulfurosa a escaldar e era a isso que se resumiam as termas: submersões em água a ferver para curar as maleitas do reumatismo. Assim, tinha a ideia das termas como uma coisa chata e monótona.

No entanto as coisas mudaram. Hoje as termas são locais de puro relaxamento e de tratamentos ao corpo e à alma. Logo no sábado, quando chegámos, fizemos uma hidromassagem computorizada submersa em banheira e um banho Vichy. Ao todo 1 hora de puro prazer. Só vos digo que tive grandes dificuldades em arrastar-me no final para ir trocar de roupa!

No Domingo fizemos uma hidropressoterapia e uma hidratação corporal. Para além de tudo isto, as Termas de Chaves têm uma envolvente fantástica: percursos pedestres, ciclovias, locais de repouso à beira rio e muitos outros locais de relaxamento. Claro que, paragem obrigatória, foi a ingestão de uns copinhos de água das pedras a 73ºC, temperatura a que brota a água das termas. Muito bom para limpar as entranhas!!
Foi sem dúvida um FDS maravilhoso que nos proporcionaram os meus sogros. Para eles um muito obrigada e para o ano lá estaremos outra vez!!

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

FDS nas Termas

Os meus sogros lá nos conseguiram arrastar para as Termas! Vou passar dois dias nas Termas de Chaves. Estas termas estão indicadas para problemas reumáticos e, embora não aparente, já vou sentido aqui e ali umas dorzitas! (lol)

O melhor de tudo é que as termas têm SPA, ou seja, estou a contar entregar-me aos prazeres do não fazer rigorosamente nada e deixar que me façam (quase) tudo!

Como não tenho muita sorte com estas coisas, no fds passado que estive cá, estava um tempo de M..... para a praia. Para o próximo fds estão a dar um Verão fantástico... Sem comentários!!

Tenho a certeza que vai valer muito a pena!!

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Fomos donos do Mundo...

Acabei agora de ler "O Códex 623". Não tem nada a ver com "A Ilha das Trevas", dado que o registo de escrita é totalmente diferente, mas faz-nos um relato, embora com alguma ficção à mistura, de factos reais.

Adorei o livro porque, em primeiro lugar, aprendi (de novo) muitas coisas que estavam arrumadas no fundo do "sótão" cerebral sobre a História de Portugal e dos Descobrimentos e, em segundo lugar, porque me senti extremamente orgulhosa de nós, Portugueses, que já fomos donos do mundo (ok, a meias com os Espanhóis...!) e ainda por cima nos demos ao luxo de dividir a Terra conforme melhor nos convinha - o célebre Tratado de Tordesilhas que dividiu a Terra ao meio entre Portugueses e Espanhóis.

Mas, como é possível que uma potência mundial da época dos Descobrimentos como foi Portugal, com homens tão bravos e heróicos, capazes de enfrentar Oceanos tenebrosos e desconhecidos, movidos pelo desejo da conquista e da descoberta, a maior parte das vezes rumando para o desconhecido, tenha caído no mais profundo desconhecimento internacional? Valha-nos o Cristiano Ronaldo, ou eramos mesmo ignorados!

Não consigo compreender nem aceitar tal coisa! Enquanto os Espanhóis ainda acreditavam firmemente que a Terra era plana, já nós sabiamos com toda a certeza que ela era redonda e já andavamos aí para trás e para a frente a descobrir tudo e mais alguma coisa e agora... eles metem-nos num bolso!

Enfim... recomendo esta leitura a todos e, embora também tenha à mistura alguma tragédia, estou certa de que não se irão arrepender!

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Até que enfim...

Finalmente saiu a nota do FCE. Passados precisamente dois meses (13/07 - 13/08) a tão esperada nota saiu. O resultado foi um 72/100 - C - PASS.

Na verdade, fiquei um pouco decepcionada. Cá no fundo estava a contar com um B e para o B tinha que ter no mínimo 75%! Faltou-me apenas 3% para lá chegar...

O "Reading" ficou acima do Borderline. Quanto ao "Use of English", ficou entre O Borderline e o Good, com tendência para este último. O "Listening" e o "Speking" ficaram imediatemante abaixo da linha do Good e finalmente o "Wrting" fico entre o Good e o Exceptional, o que me deu um certo alento, pois poderá ser o inicio de uma brilhante carreira no mundo da escrita (lol)!
No entanto, e apesar do meu desapontamento, o objectivo foi cumprido. Não poderei dizer superado, pois para isso teria que ter uma nota melhor, mas devo dar-me por satisfeita. Afinal, nunca na vida me passou pela cabeça que algum dia viria a fazer o FCE e muito menos com sucesso!

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

A Ilha das Trevas

Acabei, neste preciso momento, de ler o romance de José Rodrigues dos Santos "A Ilha das Trevas".

É um romance muito chocante devido à forma como descreve uma "gota de água" do que foi o conflito da invasão Indonésia a Timor-Leste.

Confesso que, no inicio, antes de começar a ler o livro mas após ter-me apercebido que tinha como tema Timor-Leste, fique confusa com o título. Já tive oportunidade de estar duas vezes em Bali e, embora em cenário de férias, acho Bali uma ilha maravilhosa, tal como o seu povo. Todos os que lêem o meu blog conhecem a paixão que tenho pela Ásia.

Assim, não consegui perceber como poderia Timor ser a "Ilha das Trevas". Agora que terminei a minha leitura, e com os olhos e o coração transbordando de lágrimas e de tristeza, compreendo o título escolhido. Fiquei extremamente chocada por pensar que, ao longo de maior parte da minha existência (nasci em 1972), Timor tenha sido sujeito a tão bárbaro tratamento por parte dos Indonésios. Nunca me apercebi, embora fosse muito falado nos órgãos de comunicação social, da verdadeira situação de Timor. Reconheço inclusive que, por vezes, me senti enfadada com o tema: "agora não se fala de outra coisa!" pensei eu muitas vezes. Mas agora vejo que se falou muito pouco para todo o sofrimento e humilhação pelo qual aquele povo passou. Coisas pelas quais nenhum ser humano deveria nunca passar e muito menos infligido por um seu semelhante.

O repórter que conseguiu passar cá para fora as imagens do massacre, é um herói, como tantos outros jornalistas que se arriscaram e arriscam neste e noutras guerras a trazer ao mundo a verdade dos acontecimentos. Também não tive noção da importância dos nossos dirigentes na resolução deste drama, embora Portugal tenha dormido demasiado tempo sobre o assunto. Fiquei com outra opinião relativamente a Durão Barroso e António Guterres.

O livro está muito chocante. Em boa verdade, não contava com este conteúdo quando o comecei a ler. Acho que este tema daria para escrever uns quantos romances do género sem nunca se repetir nem nunca esgotar o tema. Gostaria muito de um dia ir a Timor, tal como a outras ilhas do Arquipélago Indonésio. No entanto, neste momento, falta-me a coragem. Por ser Portuguesa e por termos acordado tão tarde para este drama. Agora compreendo porque durante tanto tempo não pudemos pisar solo Indonésio, o que me aborrecia bastante, visto que tinha muita vontade de viajar para esse destino.

Se tiverem coragem leiam. Recomendo vivamente que o façam, quanto mais não seja para acordarem para a verdadeira realidade do que foi o conflito Indonésia - Timor. Mas preparem-se: a verdade e a justiça nem sempre chegam a tempo nem têm um final feliz.

domingo, 7 de junho de 2009

A Gastronomia da Malásia

A pedido da Silvia, vou começar por falar na gastronomia da Malásia. Ora bem, diz-se que uma viagem começa quando se sai de casa, por isso, a gastronomia começa precisamente a bordo do avião que nos leva ao destino. Esta comida não é novidade para ninguém: é simplesmente detestável!! Sabe tudo ao mesmo, e está longe de obedecer aos nossos hábitos quotidianos: omolete ao pequeno almoço é daquelas coisas que dispenso, mas quando tem que ser, que seja!
Já na Malásia, a coisa é bem diferente. Como a maioria da população é muçulmana, não comem carne de porco e como outros tantos são hindús, não comem carne de vaca. Resumindo: a grande vítima por estas paragens é o frango! É há para todos os gostos: ao estilo tailandês, vietnamita, chinês, indiano, indonésio, japonês e por aí fora.

Podemos também optar pelo peixe, mas os estilos são iguais aos do frango, ou seja, sabe tudo ao mesmo.

Os temperos são básicamente caril, picante, gengibre, manteiga de amendoim e outras tantas especiarias que parecem dar à comida toda o mesmo sabor. Mas sempre restam aqueles pratos como os Noodles (Mi Goreng), o Arroz frito (Nasi Goreng), Satay (espetadas de frango) e os Spring Rolls (Crepes) para desenjoar.

O arroz branco cozido está sempre presente como acompanhamento e engane-se quem desejar uma saladinha de alface e tomate regada com azeite virgem e vinagre: por estas paragens isso não existe!

Já para não falar que também não existem facas. Eles comem com uma colher e um garfo e o garfo serve apenas para empurrar a comida para a colher. É falta de educação levar o garfo à boca! Por vezes também há pauzinhos, mas tem que se ter uma certa habilidade para lidar com esta situação.

Em Kuala Lumpur há uma grande oferta e variedade gastronómica. Para além de cozinhas tipicamente asiáticas, encontramos também restaurantes Italianos e Espanhóis (de Tapas) entre outros (Portugueses nem sombra! Só em Malaca). A cadeia MacDonald’s, KFC, Pizza Hut e Starbucks também estão lá para fazer lembrar “God bless América”, pois ao fim de 15 dias já não suportava aqueles sabores exóticos e nunca gostei tanto de fast food como nestas férias!!
No dia dos meus anos fiz questão de ir jantar a um restaurante Italiano, por sinal muito agradável na Jalan Bukit Bintang ( a rua das compras de KL).

Passando para Taman Negara, e dado que fomos com pack com refeições incluidas, tivemos que nos sujeitar ao que nos punham à frente. O tal frango estava sempre presente, bem como o arroz branco cozido e uma sopa tipo canja. De resto serviam-nos uns legumes ultra picantes e por vezes umas coisas que nem me atrevia a provar.

Mas pior que tudo isto foram as Redang. Como fomos também com pack, o cenário repetiu-se, mas desta vez um pouco pior. Dado que eramos os únicos ocidentais no resort, a comida era puramente asiática. Não pensem que “puramente asiática” é o arroz chau-chau (mesmo porque os chineses na malásia nem sabem do que estamos a falar) e o frango agridoce do restaurante Chinês do Sábado à noite. Estou a falar de bolas (tipo almondegas) de lula mergulhadas numa água/sopa de peixe com rebentos de soja e massa, comidas com uns pauzinhos. Devia ser delicioso, porque eles comiam e repetiam várias vezes, mas só o cheiro era suficiente para me embrulhar o estômago. Nos dias em que houve churrasco, pensámos estar safos e, na verdade, sempre era melhor, não fosse termos que comer uma costeleta com colher e garfo! Enfim, deu para fazer alguma dieta.

Nas Perhentian, a comida era muito melhor. O resort tinha maioritariamnete ocidentais, por isso serviam western food no restaurante e como o serviço era à lista, tirámos a barriga de misérias. Para além da comida asiática, tinhamos uma grande variedade de comida ocidental, entre ela uma deliciosa salada Grega, com alface, tomate, pepino, cebola e queijo feta, regada com óleo (vá lá!) e vinagre balsâmico que compunha invariavelmente todos os dias o nosso almoço!
O peixe era grelhado na brasa mas envolto numa prata o que o tornava peixe cozido ao vapor. Quem estiver à espera de um peixinho escalado assado nas brasas de carvão, desengane-se que não tem nada a ver.

Em Kota Bharu comemos sempre no hotel, pois nem nos atrevemos a provar a gastronomia local. Depois de ter entrado no mercado e visto os gatos deitados na banca do peixe e da carne, preferi não arriscar.

Já em Cameron Highland, a coisa era em tudo semelhante à restante Malásia, com uma particularidade: como foi um local que sofreu uma grande e forte influência inglesa, eles têm o hábito do 5 o’clock tea com sconnes quentinhos com manteiga, compota e chá. Parece mesmo que estamos em Inglaterra (pelo que ouço dizer, pois nunca lá estive) e como o clima é mais frio que no resto da Malásia, sabe muito bem este lanche. Também têm as culturas de morangos e todo o tipo de doces associados, desde compotas a gelados, batidos, etc. Mas, as restantes refeições eram a mesma coisa. A sorte foi haver um restaurante de hamburgers, tipo Mac que me safaram pelo menos uma refeição e ainda tive que negociar com o Jorge para não comer um Steam Boat (uma espécie de Fondue, mas em vez de se fritar os alimentos, cozem-se) muito tipico por aquelas bandas ( e também tinha as tais bolas de lulas...).
No final das refeições iamos tomas um café ou um chocolate quente ao Starbucks e assim rematavamos com um saborzinho familiar.

Um dia fomos tomar o pequeno almoço a uma “tasca” Indiana e lá conseguimos comer um Roti Canai (panqueca com vários tipos de recheio à escolha) acompanhada por vários molhos (picante e caril) e tive a infelicidade de pedir um chá de gengibre que não consegui beber por ser hiper picante!

De regresso a KL voltámo-nos a desforrar no Italiano e no aeroporto jantámos no Mac (abençoado!!). De regresso, a mesma comidinha horrorosa do avião e quando chegámos ao Porto, foi a loucura total: Filetes de peixe com arroz e salada no restaurante “Aleixo” em Campanhã.
Resumindo, a gastronomia da Malásia não é má: é preciso é espirito e estomago para aguentar 25 dias a comer comida asiática!!

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Quando é que se abrem os olhos e as mentalidades?!?!?!

Como já tive oportunidade de vos dizer, sou apaixonada por praia. Sempre que posso vou à praia, mas confesso que o faço muito mais no Verão do que no Inverno. Pois bem, estamos quase a inaugurar a época balnear e a Semente – Associação de Voluntários da Lipor, entidade onde trabalho, resolveu levar a cabo uma acção de limpeza de praias.

Imediatamente sugeri a praia da Aguçadoura, que na minha opinião é uma das praias mais bonitas que conheço e que eu frequento. Esta praia fica na Póvoa de Varzim e, como não é concessionada, está bastante suja e descuidada. Assim, no passado Sábado dia 30 de Maio, metemos mãos à obra e lá fomos, os voluntários e um punhado de outros preocupados com estas questões ambientais, limpar a praia. Obviamente que fiz uma ampla divulgação do evento, inclusivé pelos meus amigos surfistas, que sempre pensei que aderissem em massa, mesmo porque todos eles frequentam esta praia e, ao longo de tantos anos de convivio, temos passado lá muito bons momento. Mas, uma vez mais, a decepção foi enorme. Para a limpeza apenas apareceram dois e um deles era o meu marido. Os restantes ( e três deles estavam na praia) não se importaram minimamente com o gesto. Mas muitos mais surfistas estavam na praia e nenhum sequer se aproximou para perguntar o que faziamos com sacos de lixo e luvas nas mão debaixo de um sol abrasador.

Não perguntaram porque sabiam perfeitamente o que era e não queriam correr o risco de serem confrontados com a pergunta “Queres ajudar?”. Cada vez me convenço mais que isto de ser surfista é um copo meio vazio. Um surfista completo ama a praia e preocupa-se com o seu estado. Mas estes gestos e estas atitudes só vêm provar que os surfistas só gostam das ondas (e quando são boas) e não pensam que a saúde do mar e da praia que frequentam depende intimamente do seu estado de conservação. Não pretendo com estas iniciativas ser a salvadora do mundo – com muita pena minha – mas, pelo menos, ajudar a minimizar um dano que cada vez é maior e mais irreversível.

Também não pretendo com isto meter todos os surfistas no mesmo saco: ainda acredito que existam alguns preocupados com estas questões! Apenas não sei deles!
Uma vez mais, se todos se unissem para ajudar, a praia seria um local muito melhor para conviver e poderiamos até repetir muito mais vezes estas acções!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

E assim se passaram 25 dias maravilhosos na Malásia!!

E lá fomos nós para a Malásia. Foram 25 dias maravilhosos que começaram com uma viagem de metro até Campanhã e terminaram com uma viagem de comboio até Campanhã. Tudo decorreu sem sobressaltos e dentro do previsto e marcado. Tudo marcadinho pela net (excepto o bilhete de avião) correu Às mil maravilhas!

A Malásia é um país maravilhoso, aliás, como todos os países asiáticos por onde temos andado. Está, na minha opinião, entre a Tailândia e Singapura, embora não saiba para que lado pende!
O povo é espectacular: sempre prontos a ajudar, a dar uma informação, muito curiosos relativamente à nossa proveniência e sobretudo, muito conhecedores do nosso futebol: Cristiano Ronaldo está na ponta da lingua de qualquer maláico, embora ainda haja vestigios do Figo e do Mourinho. Mas, sem dúvida o CR é o nosso embaixador. Ninguém sabia onde era Portugal mas todos eram unânimes em afirmar que o CR era proveniente desse desconhecido país chamado Portugal! Menos mal!

Viajámos um pouco por todo o país. Estivemos na capital – Kuala Lumpur, carinhosamente chamada de “KL”, uma cidade muito ao estilo asiático: muita poluição, muito barulho, muito quente, muito trânsito (ainda por cima conduzem pela esquerda, o que me colocou v+arias vezes em risco de ser atropelada!!), enfim, muito asiática! Não tão poluida como Bangkok, mas o suficiente para estar apenas uns 4 dias.

Aqui visitámos, como não poderia deixar de ser (acho que me dava uma coisinha má se assim não fosse!), as Petronas Twin Towers. Não tenho palavras para descrever o que senti ao olhar para elas. São fantásticas, lindas e de uma imponência que só visto. São tal e qual aquilo que mostram as fotos: nem mais, nem menos. Acho que era capaz de lá ir todos os dias, o que acabou por acontecer! (lol). Passámos também pela China Town, Jardim das Borboletas, Jardim dos Pássaros e muitos outros lugares maravilhosos.

Findos estes 4 dias, fomos até Taman Negara, que significa “Parque Nacional”. Aqui penetramos na selva tropical profunda, com bicharada para todos os gostos. Atravessámos o mais comprido Canopy Walkway, fizémos uma caminhada nocturna na selva e descemos nos rápidos do rio. Sem dúvida, uns dias muito bem passados na companhia de um grupo muito internacional composto por pessoal de Singapura, E.U.A e Irão.

Sempre sem parar, rumámos até às ilhas. Primeiro as Redang e depois as Perhentian. Sem comentários: água a 30ºC, temperatura do ar a 35.ºC, areia branca e uma mar de um azul e verde tão cristalino que mais parecia uma piscina. Aqui fizemos mergulho (para mim o ponto alto das férias) onde a água a 18 mts de profundidade estava a 28ºC!!! e convivemos com os locais. Confesso que quando chegámos às Perhentian entrámos em pânico e quisemos voltar para as Redang. Mas, felizmente, não havia alojamento disponível e ficámos os 7 dias nas Perhentian que foram maravilhosos. Eu explico: as Perhentian são bastante diferentes das Redang em termos de alojamento e espaços envolventes. As Redang têm outro tipo de facilidades que não têm as Perhentian, mas no final, acho que gostei mais das Perhentian. Ficámos no Tuna Bay Island Resort e gostámos muito.

Quando já nos tinhamos fartado do Sol, rumámos até Kota Bharu, uma cidade que sinceramente não nos agradou, mas que vinha referênciada como tendo vários pontos turisticos. Valeu-nos o hotel onde ficámos – Renaissance – da cadeia Merriott, só acessível por ser no sítio onde é. A principal atracção da cidade, um mercado de verduras e carne, cheirava tão mal que assim como entrámos, saimos logo!! Até gatos dormiam refastelados nas bancas da carne e do peixe!! Por isso ficámos apenas um dia nesta cidade.

De seguida, fomos até às Cameron Highlands, que são as terras altas, muito apreciadas pelos asiáticos, devido ao seu clima fresco (muito parecido com o nosso, até demais!!). Aqui, para além de muita selva, onde se pode encontar a maior flor do mundo (embora o maior espécime esteja no Burnéu), a Rafflésia, que demora 5 anos desde que se começa a formar até abrir e dura apenas uma semana (tivemos muita pontaria!!), também vimos as luxuriantes plantações de chá (procurem na net “boh tea” e terão uma agradável surpresa), as culturas de morangos (bem mais doces do que os nossos) e uma grande variedade de natureza animal. Ficámos instalados no Bala’s Chalet, mas sinceramente não ficámos clientes. As condições não eram as melhores e o preço não era dos mais baixos. Enfim, acontece a quem arrisca.

Das Cameron voltámos a KL para apanhar o avião para casa. Em KL ficámos, tanto na ida como no regresso no Swiss Garden Hotel e adorámos. Recomendo vivamente. Muito limpo e com um pequeno almoço óptimo, é um excelente hotel de cidade.

E assim foram os nossos 25 dias. Muito mais poormenores há para contar, mas, se o meu tempo livre assim o permitir, voltarei com descrições mais pormenorizadas.
Por agora é tempo de regressar à rotina e começar já a suspirar para as férias do ano que vém!!

sábado, 18 de abril de 2009

Os preparativos já estão a todo o gás... já só faltam 8 dias!!

Os preparativos já estão a todo o gás. Kuala Lumpur, Pulau Redang e Pulau Perhentian já estão marcados. Agora falta a parte da floresta e outros lugares a descobrir.
Também vou começar a organizar a farmácia (será igual à de Bali), os protectores solares, a documentação, deixar tudo organizado para a minha ausência e por fim (mas só na véspera) o necessaire, a mala com roupas frescas, roupas compridas de algodão, os bikinis, as havaianas, o equipamento de snorkeling (o de mergulho alugamos lá) e algumas outras coisas que agora não me lembro mas que espero sinceramente lembrar-me até lá pois não dá para voltar atrás para vir buscar!

Desta vez não fomos à consulta do viajante, nem vamos tomar nenhuma vacina.

O bom de viajar para estes destinos é que a mala vai sempre mais leve, embora eu leve sempre roupa que acabo por não usar!!

Espero fazer um diário da viagem, coisa a que me proponho sempre que vou de férias e só me lembro quando chego. Mas, desta vez, vou-me esforçar por isso.

domingo, 15 de março de 2009

E lá vamos nós, desta vez para a ….. MALÁSIA!!!

É verdade. A viagem já está marcada e vamos começar agora a preparar o tour! Temos imensos planos para esta viagem. Iremos visitar Kuala Lumpur – mal posso esperar por ver as Torres Petronas – alguns outros locais da Malásia e iremos também para a zona das ilhas, para fazer praia e mergulho.

É o único sitio daquelas redondezas (Tailândia, Singapura, Indonésia) que ainda não conhecemos. Deste modo ficamos com o retrato completo.

Tenho a certeza que vai ser muito bom. Mas para já, ainda estamos nos planos. De qualquer forma, falta praticamente um mês…

domingo, 8 de março de 2009

E lá se comemoraram os 10 anos...

E lá fomos nós de malas aviadas para a Hungria, mais propriamente para Budapeste, comemorar um década de vida em comum.

Adorámos a viagem. Tudo correu dentro dos horários, sem atrasos e sem sobressaltos (excepto a turbulência durante o voo de ligação Porto-Frankfurt!).

A cidade, essa é magnífica. Cheia de monumentos, é uma cidade imponente onde ainda se respira qualquer coisa do tempo do Comunismo.

O parque automóvel já foi todo reposto, por isso não se viam aqueles carros velhos e fora de moda do antigo regime. Os carros agora são modernos e mesmo algumas brutas máquinas.

Relativamente aos preços, preparem-se pois são exactamente iguais aos nossos, embora ainda não tenham o Euro como moeda nacional. A moeda deles é o Forint (HUF), o que dificulta de alguma forma as contas e faz com que os arredondamentos em relação ao Euro sejam sempre para cima!! (eles não são parvos!!). A lingua, essa não se percebe rigorosamente nada. A maioria fala Inglês, embora não seja um Inglês muito perceptivel, mas dá para desenrrascar. As indicações, essas, estão todas em Húngaro, por isso só mesmo de mapa na mão, mas a cidade é muito fácil de explorar.

O tempo estava muito frio, ainda com alguma neve, mas o sol brindou-nos e a chuva deu umas tréguas, o que foi excelente para passear e conhecer tudo o que foi possível em 4 dias. Visitámos o Parlamento Húngaro, o Palácio Nacional onde está a Galeria de Arte Húngara, a Ópera, museus (em cada esquina e por qualquer pretexto eles têm um imponente museu), andámos no metro, eléctrico, autocarro com um cartão que comprámos e dava acesso a todos os transportes públicos: o "Budapeste Card". Existe para 48H e 72H. É óptimo pois assim é possível entrar e sair de um transporte as vezes quer se quiser. E como eles são muito frequentes, facilitam muito quem anda a pé. Estivemos em Buda e em Peste e andámos no funicular que é uma espécie de elevador que nos leva ao Palácio Nacional.

Fomos também aos Banhos Géllert, que são um complexo de piscinas de água quente, água fria, jacuzzis, banhos turcos, enfim, uma tarde muito bem passada e muito relaxante, depois de tantas caminhadas.

No regresso, como fizemos uma escala de 5H em Frankfurt, aproveitámos e fomos de metro (que tem um terminal no aeroporto) visitar a cidade. Já tinhamos astado tantas vezes no aeroporto e não conheciamos o local. É muito organizado, com corredores para bicicletas e corredores para peões, muito limpo, e muito rico também. Enfim, tipicamente Alemão!!

Quem estiver a pensar ir a Budapeste, recomendo vivamente. É uma cidade muito bonita e cultural!

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Preciso de Ajuda!!

Estou numa verdadeira encruzilhada. Tenho todas as minhas fotos no Picasa e sempre que faço upload de uma imagem para o blog ela é automaticamente carregada para o Picasa. Quando dei por ela (e dado que uso a mesma foto mais do que uma vez) já tinha 2 e 3 fotos iguais!!!

Como o espaço não é muito, resolvio limpar a minha galeria de fotos do blog. Entretanto experimentei fazer upload de uma imagem do Picasa para o blog, mas não consigo.

Já fui ao help center do Picasa, onde explica direitinho como fazer isto, mas fala de um Blog This! button que eu não encontro nem por nada.

Já alguém teve este problema? Será alguma funciuonalidade paga do Picasa? Será uma versão mais actualizada do Picasa? Sabem como me ajudar? Por favor agradeço qualquer ajuda que me possam prestar. Estou à beira de um ataque de nervos!!!

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Espectáculo dos Stomp: Amazing!!

Ontem fui ao Coliseu do Porto ver os Stomp. Adorei!! É fantástico como é que eles conseguem durante duas horas fazer um espectáculo musical sem um único instrumento (dito "convencional"), apenas com objectos usados.

E o mais fantástico é que eles conseguem encontrar sons em coisas que nunca nos passariam pela cabeça, como por exemplo areia no chão, isqueiros "Zippo" e até mesmo sacos de plástico.

A musica que produzem é espectacular e a coreografia é qualquer coisa de fantástico.
Os Stomp são constituidos por 8 elementos: 6 homens e 2 mulheres. Cada um tem um papel bem definido na coreografia global: desde o fraquinho do grupo até ao líder, todos têm o dom de nos prender à cadeira.

"Stomp é um famoso grupo de dança oriundo de Brighton, Reino Unido, que usa o corpo e objetos comuns para criar performances teatrais físicas percussivas. Suas origens musicais remontam ao trabalho do Einstürzende Neubauten e Savage Aural Hotbed.

A palavra stomp pode se referir a um subgênero distinto de teatro físico, onde o corpo incorpora-se a outros objetos como meio de produzir percussão e movimento que ecoa as danças tribais" in Wikipédia

Se quiserem saber mais sobre este grupo poderão aceder a http://www.stomponline.com/

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Está terminada










No dia 18 de Dezembro de 2008 resolvi-me a acabar a minha tatuagem.

Não foi tão fácil o preenchimento como o contorno. Aliás, foi bem mais doloroso do que eu estava a pensar. Sangrou imenso e doeu ainda mais mas o resultado foi aquilo de que eu estava à espera! Valeu a pena!

As tatuagens são viciantes e depois da primeira, não se consegue parar. Gostava de fazer mais, mas é complicado pois ainda há muitos preconceitos relativamente a este assunto.

Não posso, por exemplo, tatuar os braços e ir no Verão trabalhar de mangas curtas. Axo que o pessoal tinha um xelique!

Também gostava de fazer uma tatuagem no tornozelo. Adorava tatuar uma frangipani, mas como é sobretudo branca, não sei se ficava muito bem.

E depois, a questão das cores, tem influência na dor. Quanto mais claras as cores, mais é necessário massacrar a pele para a cor pegar.

Talvez um dia ganhe coragem e tome uma decisão, independentemente dos tabús e dos preconceitos.

Para já, aqui fica o resultado do meu Anemon fish.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

10 anos depois vamos a Budapeste!

Pois é. O tempo passa a correr. Já vamos fazer 10 anos de casados no próximo dia 27 de Fevereiro e a mim parece-me que foi ontem que disse-mos "sim".

10 anos são realmente um marco, são uma década de vida em comum com muitas histórias. Umas mais felizes, uma mais tristes, mas são as histórias da nossa vida e foram todas elas vividas com muita intensidade, amor, companheirismo e afecto.

Por tudo isto decidimos este ano ir comemorar para fora da nossa rotina e escolhemos um destino (pertinho) na Europa.
Assim sendo, depois de alguma pesquisa, decidimos-nos pela Hungria, mais precisamente pela sua capital: Budapeste.

Como não conhecemos quase nada da Europa (o que é uma vergonha, visto ser o continente onde vivemos), não tínhamos uma ideia muito definida para um destino. Já estivemos em Paris e em Espanha por diversas vezes, mas nunca fomos mais longe que isso.
Espero que seja realmente uma viagem para recordar e que marque este marco das nossas vidas.

As próximas férias já estão na "fornalha"! Quem sabe este ano Malásia.... mas para já ainda está tudo no campo das suposições!!

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Ano Novo, resoluções novas!!

Cá estamos nós em mais um ano, que esperemos que seja, se não melhor, pelo menos semelhante ao anterior, embora a conjuntura internacional não apresente um cenário nada positivo...
Adiante, como todas as pessoas, também eu tomei algumas resoluções para o ano de 2009.
Uma delas, a menos comum, já a tomei no dia 7 de Janeiro: ingressar numa escola de pintura para aprender, para já, a desenhar e futuramente para aprender a pintar, quem sabe as frangipani de Bali ou as buganvilias de Doniños ou os tubos do meu mais-que-tudo.

Não está a ser nada fácil, mesmo porque eu não percebo nada de desenho. Nunca fui brilhante a educação visual, excepto quando os desenhos eram para ser feitos com compasso! Mas nesses casos, não se pode dizer que o desenho era meu: era mais do compasso!!

No entanto, há já muito tempo que tenho este desejo de saber pintar para poder reproduzir aquilo que vejo e que gostaria de eternizar nalgumas pinceladas. Não tenho gosto pelo abstrato, mesmo porque não tenho conhecimentos de arte para o poder apreciar. No entanto, penso que depois de conhecer as técnicas e os materiais, poderei vir a saber apreciar. De qualquer forma, o tipo de pintura que me interessa é a realista.

Desenhar requer treino, técnica, truques e, acima de tudo, muita observação e paciência!!
Veremos como me safo. Para já notei alguns progressos: já consigo desenhar um frasco e parecer-se com um frasco (menos mal!).

Daqui até pintar, ainda vai demorar, mas eu quero fazer tudo dentro do seu tempo, sem pressas, para adquirir todos os conhecimentos necessários antes de me lançar nesta grandiosa aventura!!